11 meses já passaram e eu estou tão grande. Todos os dias surpreendo a mamã e o papá e divertimo-nos imenso juntos. Já tenho 6 dentes grandes e o sétimo já está a caminho. Adoro gatinhar e atirar os meus brinquedos. Gosto muito de dormir, e durmo a noite toda no meu quartinho, mas às vezes preferia brincar, então ponho-me de pé e atiro a minha chupeta para longe. Rio-me como um maluco quando a mamã vem procurar a chupeta e eu sou o único que sei onde ela está. Gosto muito do nosso Fufi. Estico o dedo e ele cheira a minha mão mas nunca se aproxima muito de mim, animal inteligente! Não gosto de mudar a fralda, mas até me divirto quando o papá faz palhaçadas para eu não dificultar a tarefa. Gosto muito de comer bolachinhas e continuo a comer muito bem. Gosto de ir passear com a mamã e falar com os cavalinhos e os póneis. Daqui a pouco faço 1 aninho e sei que o papá e a mamã estão a preparar uma festa. Quando chegarmos aí em Dezembro comemoramos convosco o meu primeiro ano de vida.
Ainda não sei dar beijinhos, mas mando-vos muitos sorrisos como só eu sei fazer.
Não posso deixar de partilhar convosco este video. Sempre que ouço esta conversa telefónica, não consigo conter uma gargalhada (pelo menos). Para quem percebe francês, deliciem-se, para quem não percebe, há do bom português pelo meio!
A nostalgia não pára de aumentar. Momentos que nunca mais voltaremos a viver…
Nunca fui uma pessoa de ficar agarrada ao passado e sempre olhei demasiado para o futuro, com pressa que este chegasse. Hoje em dia, recordo o passado com alegria e com saudades, muitas saudades. Sei que voltarei a viver muitos bons momentos na companhia de quem me é especial, mas grande parte do que vivi antes, nunca mais voltarei a viver. Isto acontece a toda a gente, mas tem um impacto muito grande quando um dia temos consciência dessa realidade. Não basta apenas saber que o que vivemos nunca mais voltaremos a viver, pois isso é lógico para toda a gente, mas refiro-me a ter verdadeiramente consciência de que tudo mudou, as circunstâncias da vida são diferentes, nós estamos diferentes.
Nunca pensei que algum dia fosse sentir este peso, pois sempre imaginei que as descobertas que o futuro me reservava, fossem sobretudo alegres e cheias de esperança num novo futuro, mas infelizmente não se avança, se ficarmos agarrados ao que fomos e ao que vivemos um dia. Não tenho muito jeito para a escrita, mas apetece-me partilhar convosco a minha descoberta. Tudo é diferente agora, eu sou diferente, a minha vida é diferente. Tenho a certeza que vocês todos estão diferentes e a vossa vida também. Seguimos todos caminhos distintos, muitas vezes caminhos que não imaginávamos um dia seguir. E será que ao seguir estes caminhos, não nos afastaremos cada vez mais?
Já estava com saudades de ouvir esta música. Foi um achado! A internet é mesmo fantástica! E os brasileiros também.
O que é incrível é que esta “artista” têm imenso sucesso no brasil. Deve ser tipo o Zé Cabra português, só que Marli conta já com muitos albúns. Não faz é concertos! Que pena!
O humorista francês Gonzague, vestido como um jogador profissional, com o saco e as suas raquetes às costas, entrou no recinto do Roland Garros em Paris, assinando autógrafos, conseguindo fazer-se passar por um jogador profissional.
Depois de ter conseguido treinar no court no. 1 com Jelena Jankovich, o humorista dirigiu-se ao local onde se deveriam afrontar dois dos jogadores presentes no torneio, conseguindo fazer-se passar por um destes, até o jogador verdadeiro chegar para começar o jogo e o árbitro lhe perguntar se não estaria enganado de campo.